A revenda abusiva de cartas do Pokémon Trading Card Game (TCG), conhecida como scalping, continua a ser observada no mercado em 2026. Essa prática envolve a compra em massa de produtos limitados para revenda a preços elevados, limitando o acesso de jogadores comuns.
Um exemplo recente envolve cartas japonesas de Pikachu, que enfrentam escassez devido à ação de revendedores. Vídeos e relatos indicam que, mesmo com avanços no mercado, o scalping persiste, afetando a distribuição de itens colecionáveis.
Impacto no Pokémon TCG
No contexto do TCG, o scalping agrava a dificuldade de obtenção de expansões e promoções raras. Jogadores no Brasil e em outras regiões da América Latina relatam preços inflacionados em plataformas de comércio, o que contrasta com eventos oficiais como o Campeonato Internacional da América Latina em São Paulo.
Durante o campeonato, disputas com decks poderosos ocorrem em paralelo a esses problemas de mercado. A Pokémon Company divulga rankings de cartas, mas não aborda diretamente a revenda abusiva em comunicados oficiais.
- Scalping afeta cartas raras como Pikachu japonês.
- Prática persiste apesar de regulamentações em alguns mercados.
- Jogadores buscam alternativas em eventos presenciais.
Especialistas em TCG observam que o fenômeno é recorrente em lançamentos de alto demanda, mantendo o debate sobre medidas contra revendedores no ecossistema do jogo.