Cartas antigas de Pokémon TCG da era Wizards of the Coast, especialmente as de 1ª edição sem holografia, voltaram a chamar atenção por falsificações mais convincentes. As cópias reproduzem melhor a aparência geral das originais e podem passar despercebidas em compras, trocas e negociações informais.
Entre os sinais citados para identificar as versões falsas estão bordas amareladas demais, tamanho visual ligeiramente menor no sentido vertical, textura mais lisa e um verso com padrão de roseta incorreto. Em alguns casos, a diferença de cor é mais evidente, como em cartas de Dratini; em outras, como Growlithe, a semelhança torna a detecção mais difícil.
Outro ponto recorrente é o selo da 1ª edição, que nas falsificações aparece com contorno muito sólido e uniforme. Em cartas autênticas, o selo costuma mostrar parte do fundo do cartão e não apresenta o mesmo acabamento excessivamente nítido observado nas cópias.
Testes de luz também foram mencionados como indicativo adicional: as versões falsas tendem a bloquear mais a passagem de luz do que as originais. Ainda assim, esse método não é conclusivo sozinho, já que a intensidade da fonte de luz e variações naturais de impressão podem alterar o resultado.
Segundo o material de referência, as séries mais afetadas até agora incluem Shadowless/Base Set, Jungle, Fossil e Team Rocket. A origem atribuída a essas peças passa por canais de produção em massa, o que ajuda a explicar o aumento do volume e a melhora no acabamento.
