Algumas versões de Pult Hammer passaram a registrar três cópias de Crispin no lugar de duas, uma alteração de construção que chama atenção pela troca direta com Rosa. A mudança indica uma preferência por maior consistência na sequência de jogo, em vez de manter a flexibilidade oferecida por uma carta de recuperação ou busca mais tardia.
No contexto competitivo, essa escolha costuma estar ligada a um plano de partida mais objetivo. Com mais cópias de Crispin, o baralho tende a encontrar com mais frequência a peça necessária para manter o ritmo de pressão, reduzindo a dependência de turnos avançados.
Menos espaço para o jogo longo
A ausência de Rosa em listas com três Crispin sugere uma construção menos voltada a cenários estendidos. Em vez de reservar recursos para uma eventual virada no fim da partida, o deck passa a valorizar uma linha mais direta, tentando concluir os prêmios antes que o jogo avance para fases em que cartas de suporte tardio ganham mais relevância.
Esse tipo de ajuste também pode refletir a lógica de consistência em baralhos agressivos: quando a estratégia central depende de iniciar rápido e manter pressão contínua, aumentar a quantidade de uma carta-chave pode ser mais valioso do que manter opções situacionais.
Na prática, a decisão entre duas ou três cópias de Crispin depende do plano de cada lista e do ambiente competitivo. Em metagames mais rápidos, a prioridade tende a ser maximizar a repetição das aberturas mais estáveis; em formatos mais lentos, cartas que ajudam a navegar o fim da partida costumam ganhar espaço.